Igreja de Nossa Senhora da Purificação

Igreja de Nossa Senhora da Purificação

Autor: admin

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É no centro da vila de Pontével, freguesia pertencente ao concelho do Cartaxo, que se ergue a Igreja de Nossa Senhora da Purificação, hoje Matriz de Pontével.

O topónimo, com origem provável na expressão “Ponte em um val”, corresponde a um lugar já mencionado como Ponteval no reinado de D. Afonso Henriques. Recebeu o seu primeiro foral pela mão de D. Sancho I, em dezembro de 1194, confirmado posteriormente por D. Afonso II. Terá sido neste reinado que os Hospitalários, a futura Ordem de Malta, criaram a comenda de S. João do Alporão, que incluía Pontével e suas anexas (Ereira e Lapa). Pontével que, ao longo do tempo, e devido à sua importância e rentabilidade, iria substituir a igreja de S. João do Alporão, em Santarém, como sede da comenda.

Classificado como Imóvel de Interesse Público em 1984, as suas origens remontam à segunda metade do século XII, referindo-se 1302 como o ano da primeira apresentação de um pároco pela Ordem do Hospital.

Exteriormente, pode ser considerado um templo sóbrio, mas a sua antiga história e a riqueza decorativa do seu interior encantam qualquer olhar, por mais distraído que seja.

Resultado de várias campanhas de reconstrução, reparação e adições parciais, a estrutura que chegou aos nossos dias encontra-se nas proximidades dos antigos celeiros, adegas e armazéns da comenda, estando a sua fachada voltada para o local do desaparecido paço dos comendadores, entre os quais António Botto Pimentel, a quem se atribui a autoria de uma das mais marcantes campanhas de obras no edifício religioso.

Arquitetonicamente composta por nave e capela-mor, não esquece os elementos que normalmente a estas se adossam: torre, batistério e sacristia.

Se não for pelo aspeto exterior que o nosso olhar se deslumbra, será certamente no seu interior que se revelam os inúmeros mistérios desta igreja. Os azulejos, que a forram integralmente, as cantarias adornadas de brutescos dourados e peculiares retábulos de talha dourada contam a história desta igreja e desvendam segredos da história da arte.

Acompanhe-nos numa viagem ao passado guiada pelos vários tesouros guardados neste edifício, como a imponente pia batismal, os painéis pintados pela oficina do Mestre da Romeira ou o túmulo onde descansa o comendador a quem se deve parte da sua beleza.

Pesquisa Histórica e Revisão de Textos
Dra. Ana Carina Azevedo
Prof. António Filipe Rato
Dra. Eva Neves
Dra. Maria Zelinda Pêgo
Dr. Pedro Gaurim Fernandes
SMACHTUB

Script
SMACHTUB

Captação e Edição de Áudio
SMACHTUB

Captação e Edição de Imagem
SMACHTUB

Locução
Pedro B. Gorman

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Vista 3d

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É no centro da vila de Pontével, freguesia pertencente ao concelho do Cartaxo, que se ergue a Igreja de Nossa Senhora da Purificação, hoje Matriz de Pontével.

O topónimo, com origem provável na expressão “Ponte em um val”, corresponde a um lugar já mencionado como Ponteval no reinado de D. Afonso Henriques. Recebeu o seu primeiro foral pela mão de D. Sancho I, em dezembro de 1194, confirmado posteriormente por D. Afonso II. Terá sido neste reinado que os Hospitalários, a futura Ordem de Malta, criaram a comenda de S. João do Alporão, que incluía Pontével e suas anexas (Ereira e Lapa). Pontével que, ao longo do tempo, e devido à sua importância e rentabilidade, iria substituir a igreja de S. João do Alporão, em Santarém, como sede da comenda.

Classificado como Imóvel de Interesse Público em 1984, as suas origens remontam à segunda metade do século XII, referindo-se 1302 como o ano da primeira apresentação de um pároco pela Ordem do Hospital.

Exteriormente, pode ser considerado um templo sóbrio, mas a sua antiga história e a riqueza decorativa do seu interior encantam qualquer olhar, por mais distraído que seja.

Resultado de várias campanhas de reconstrução, reparação e adições parciais, a estrutura que chegou aos nossos dias encontra-se nas proximidades dos antigos celeiros, adegas e armazéns da comenda, estando a sua fachada voltada para o local do desaparecido paço dos comendadores, entre os quais António Botto Pimentel, a quem se atribui a autoria de uma das mais marcantes campanhas de obras no edifício religioso.

Arquitetonicamente composta por nave e capela-mor, não esquece os elementos que normalmente a estas se adossam: torre, batistério e sacristia.

Se não for pelo aspeto exterior que o nosso olhar se deslumbra, será certamente no seu interior que se revelam os inúmeros mistérios desta igreja. Os azulejos, que a forram integralmente, as cantarias adornadas de brutescos dourados e peculiares retábulos de talha dourada contam a história desta igreja e desvendam segredos da história da arte.

Acompanhe-nos numa viagem ao passado guiada pelos vários tesouros guardados neste edifício, como a imponente pia batismal, os painéis pintados pela oficina do Mestre da Romeira ou o túmulo onde descansa o comendador a quem se deve parte da sua beleza.

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Dra. Ana Carina Azevedo
Prof. António Filipe Rato
Dra. Eva Neves
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